Quarta-feira, 15 de Abril de 2009
European Oranges

 

 

 

A recente escolha do cabeça de lista do PSD às eleições para o Parlamento Europeu está a criar uma verdadeira crise de choro e Rangel de dentes entre as hostes laranjas.

 

Marques Mendes está possesso por ter perdido uma ocasião única na vida para poder frequentar todas as semanas a Eurodisney e ´não percebe porque razão desencadeou um ataque massivo de riso entre os seus apoiantes quando desabafou que gostava de ir para o Parlamento Europeu porque já considera Portugal muito pequeno para si.

 

Dias Loureiro, que chegou a julgar que uma ida para Bruxelas o ajudaria a ultrapassar alguns pequenos problemas por que está a passar, quando confrontado com esta escolha limitou-se a dizer que não se lembrava de alguma vez ter manifestado interesse em ir para Bruxelas, que não se recordava de alguma vez lhe terem falado no Parlamento Europeu e que não tinha memória de alguma vez ter conhecido Paulo Rangel e que, de momento não estava sequer a ver quem era a D. Manuela.

 

Pacheco Pereira lá foi dizendo que não estava à espera de ser escolhido, até porque a mobilização de viaturas de mudanças necessárias para transferirem a sua biblioteca para Bruxelas, provavelmente não deixaria veículos disponíveis para a mudança mensal do Parlamento Europeu de Bruxelas para Estrasburgo. E de qualquer maneira não iria sem a companhia da líder.

 

Moita Flores estaria disponível desde que pudesse vir cá semanalmente comentar assuntos nacionais para a RTP1 às segundas, comentar assuntos internacionais para a SIC às terças, comentar crimes em directo para a TVI às quartas, comentar óperas para a RTP2 às quintas, prever horóscopos e fazer cartas astrais para o Rádio Clube Português às sextas, fazer um programa de culinária na Bimby para a Rádio Lezíria aos sábados e comentar os jogos do Alvaiázere para a Rádio Voz do Ribatejo aos domingos.

 

Muito sinceramente acho que a D. Manuela ainda se vai arrepender da escolha. Quer-me parecer que após perder as eleições bem gostaria de ter guardado um lugarzinho na Europa para si própria... ou se possível ainda mais longe... O ideal mesmo seria a Nova Zelândia. Aí dificilmente os seus inimigos internos a descobririam e não lhe poderiam pedir contas pelo descalabro a que está conduzir o seu (deles) partido.

 

                                     Até lá...

 

 

 


sinto-me: Very European

publicado por bolinando às 01:16
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Segunda-feira, 13 de Abril de 2009
Quem é a moça do cartaz???

Nos últimos tempos têm crescido um pouco por todo o lado uns outdoors do PSDV (Será o PSD da V Internacional??? Será o Partido Social Democrata do Vietnam? Será o Partido Sem Destino Visível?) São protagonizados por uma cara que me é vagamente familiar...

 

 

Ontem um amigo laranja disse-me que a retratada é a Dra. Manuela Ferreira Leite...

Não acredito! Dá uns ares... mas só isso. Vejamos: O cabelo parece um penteado (de gosto discutível, é certo mas um penteado) e não aquele cruzamento entre uma esfregona Vileda e a Lisa Simpson que caracteriza a extremidade pilosa da Dra. Manuela.

As olheiras, resultantes das muitas noites sem dormir com medo de ser apunhalada pelos seus próprios companheiros, também estão ausentes da foto.

As rugas "pata de galinha", resultantes da idade e dos muitos franzires de sobrolho que Luis Filipe Menezes lhe causa de cada vez que fala também não são visíveis. Nem patas de galinha nem sequer patas de franga!

As rugas da face, que até poderiam simbolizar sabedoria, são substituídas, graças a uma dose cavalar de botox do photoshop por umas maçãs do rosto rosadas e luzidias como se acabassem de ser beijadas pelo Pacheco Pereira.

O próprio queixo em aresta viva (alguma coisa teria de estar vivo na dra. Manuela) é arredondado para se parecer mais com o queixo do Passos Coelho... sinal dos tempos.

E até as peles flácidas do pescoço são esticadas, num lifting fotográfico, por forma a desaparecerem e, em seu lugar, realçar as veias jugulares, em formato de V, como que a sugerir que daquela garganta só sai verdade.

Não! A retratada não é a dra. Ferreira Leite. Nem sequer um duplo. No mínimo é um triplo!

Agora... um partido propor-se fazer "Política de Verdade" com um cartaz tão... retocado é, no mínimo infeliz... ou revelador!

 

Brevemente vou postar aqui, lado a lado, as duas fotos: A da dra. Manuela e a da moça do outdoor e ao primeiro que descobrir as 174 diferenças garanto-lhe um lugar nas listas europeias do PSDV.

 


sinto-me: ceguinho de todo

publicado por bolinando às 18:30
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Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009
A imagem da D. Manuela

O prof. Marcelo não esteve com papas na língua...

Segundo ele, o problema do PSD é a imagem da D. Manuela.

Não sei se estarei totalmente de acordo...

A imagem não é tudo... Para quem aspira a ser primeira-ministra, a política também deveria jogar algum papel.

E aí há que admitir que a D. Manuela tem-se esmerado e tem sido verdadeiramente inovadora...

Foi ela que inventou o Discurso do Silêncio... A IVD (Interrupção Voluntária da Democracia)... A frase "Para Espanha, Rapidamente e em Força!!!" e o poema "Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, muda-se o Mário Nogueira".

 

Mas a mensagem parece não passar...

 

Sendo assim pode mesmo ser um problema de imagem.

E uma análise atenta da evolução da coisa parece dar razão ao professor Marcelo.

 

Veja-se a evolução da imagem da D. Manuela nos últimos meses...

 

 

Convenhamos que há uma degradação nítida...

Não se nota qualquer crescimento na qualidade... apenas no cabelo, o que nem sequer é uma vantagem estética.

 

No entanto, e como sou um democrata e acho que a sociedade portuguesa não tinha nada a lucrar com a redução do PSD ao nível do CDS ou do BE ou do PCP, como augura o prof. Marcelo, aqui deixo uma sugestão para melhorar a imagem da líder...

 

 

Reparem que o tom tigreza sugere o predador político que se esconde por baixo desta bem compostinha burka, a matadora de socialistas espanhóis e não só.

Ainda por cima, para uma economista, não lhe passa desapercebida a vantagem de poder estar mais 8 anos sem ir ao cabeleireiro.

E se para além de lhe vestirem esta fatiota ainda lhe cortarem as cordas vocais, é vitória pela certa.

 


sinto-me: "Querida, Mudei a Líder"

publicado por bolinando às 13:20
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Domingo, 25 de Janeiro de 2009
A Padeira da São Caetano à Lapa

 

O país vibrou de emoção e fervor nacionalista como já não se via desde o Ultimato da Grã-Bretanha!

Manuela Ferreira Leite, qual D. Brites dos tempos modernos, lançou, desde Santa Maria da Feira o Grito da Resistência: "O PSD não tem medo dos socialistas espanhóis!!!!" E os media logo se precipitaram em divulgar este "toque a reunir", este "Acudam, acudam que matam a Mestra!" da actualidade. E nessa ânsia de informar na hora nem transcreveram o resto do seu discurso. Estou em condições de revelar que ele prosseguiu da seguinte forma: "O PSD não tem medo dos socialistas espanhóis, nem dos ecologistas vietnamitas, nem dos democratas-cristãos hondurenhos, nem dos nacionalistas monegascos, nem dos comunistas do Burkina Fasso, nem das encenações do La Feria! Não temos medo de nada! Até os comemos vivos! Os nossos Pêessedões vão-se a eles que nem Tarzões!" E, nesta dinâmica Valentino-Loureiristica de discurso concluiu com "Gute... Gondom... PSD, PSD, PSD!"

E disse mais a nossa padeira: "Se eu ganhar, risco logo o TGV!" Mais uma vez os media não disseram tudo. Porque comprometeu-se igualmente a acabar com o molho "à espanhola" nos carapaus, proibir a venda de tortillas e gazpacho nos hipermercados, nacionalizar a Repsol que passaria a chamar-se Socióleos-democratas S.A., e obrigar Saramago a cumprir o acordo ortográfico.

E mais medidas estarão na calha. Santana Lopes terá sido instruido para, caso ganhe a CML, mudar o nome da Praça de Espanha para Praça Pacheco Pereira. Questionado sobre esta matéria, Santana confirmou, negando no entanto que tal se deva a um acto hostil para com o país vizinho. Resulta apenas das semelhanças entre ambos: Quer a Praça, quer o Pacheco Pereira são rotundas com uma protuberância no meio. Além de que a relva rala da Praça traz imediatamente à memória a barba que o político herdou dos seus tempos de marxista-leninista-maoista-pré-ferreiraleitista. E isto mesmo foi confirmado pelo Granger.

A verdade é que estas afirmações estão a lançar o pânico entre alguns sectores. Por exemplo, o popular cantor Paco Bandeira já mudou o nome para Xico Bandeira Nacional e alterou um verso da sua mais popular canção para "Oh Elvas, oh Elvas, Campo Maior à vista!", não vá o Diabo tecê-las.

Mas até no interior do Partido há opiniões divergentes. Uma dirigente das mulheres social-democratas que recusou identificar-se assegurou que estas temem que a líder proiba igualmente a venda da "Hola", o que constituiria um rude golpe nas fontes de formação cultural destas militantes. Para além disso temem as consequências no desagregar das estruturas familiares. Daqui para a frente já nenhuma mãe social-democrata poderá dizer aos seus filhos "Ou comes a sopa toda ou chamo os socialistas espanhóis!" Que irá ser dos futuros dirigentes da Jota???

De qualquer forma, para que não se pense que os dirigentes do PSD são super-homens ou super-mulheres, a D. Manuela revelou alguns dos medos das cúpulas PSDistas. Assim Santana Lopes tem medo que lhe caia o cabelo, o Granger tem medo que caia o cabelo a Santana Lopes, Alberto João tem medo de cubanos, Filipe Menezes é um poço de fobias pois tem medo de Sulistas, Elitistas, Liberais e baratas, Guilherme Silva tem medo de tudo o que Alberto João lhe mandar ter medo, Fernando Seara tem medo que o Benfica desça de divisão, Marcelo Rebelo de Sousa tem medo de não chegar a professor titular, Miguel Relvas tem medo de que Marcelo Rebelo de Sousa chegue a professor titular, Zita Seabra tem medo de perder a imagem de São Álvaro Cunhal que guarda no soutien, junto ao coração e Marques Mendes tem medo do escuro.

A própria lider confessou que tem medo de aranhas desde que descobriu um ninho delas da última vez que foi ao cabeleireiro, nos idos de 1992, e que também tem medo que alguma vez Vitor Constâncio acerte nas contas.

No entanto repudiou firmemente a acusação de ter medo de lacraus. Segundo ela, a prova inequívoca de que não tem medo de lacraus é que continua a ir às reuniões da Comissão Política do PSD!

Por fim, consta que a JSD, fiel a este espírito aljubarrotístico, já está a organizar uma "Ala dos Namorados, mas com Namoradas", porque isto dos casamentos homossexuais é uma modernice exactamente importada dos nossos insidiosos e cavilosos vizinhos socialistas.

Em última hora sabemos que a Empresa nacional de energias eólicas está a proceder a uma reorientação das turbinas eólicas pois, segundo o seu porta-voz, "De Espanha nem bom vento, nem bom casamento!"

Também a Amnistia Internacional denunciou a intenção, verdadeiramente desumana de Ferreira Leite, caso seja eleita, obigar Quique Flores a treinar o Benfica por mais 20 anos!

Em contrapartida, com estas afirmações de "mulher com eles no sítio" Manuela Ferreira Leite já garantiu os 4 votos dos dirigentes do Movimento "Olivença é Portugal!"

Enfim..."Contra os Castelhanos, Marchar, Marchar!!!"

 

 


sinto-me: Nacionalista

publicado por bolinando às 15:58
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Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008
A História quando se repete...

 Pois é... Quando a História se repete, aquilo que da primeira vez foi tragédia à segunda passa a ser farsa, já o dizia Karl Marx...

Ora as primeiras passagens do Santana Lopes por todos os lados saldaram-se sempre em tragédias. Veja-se a tragédia da sua presidência do Sporting, a tragédia da sua passagem pela Figueira da Foz, a tragédia da sua passagem pela Câmara de Lisboa, a tragédia da sua passagem por primeiro-ministro...

Parece que quer agora iniciar a segunda volta.

Felizmente (valha-nos isso) não recomeçou pelo Sporting. E ainda bem. Parece-me que não se enquadraria bem no losango do Paulo Bento. E além do mais Santana Lopes quer tudo menos "tranquilidade"...

Optou por recomeçar pelo Município de Lisboa. Ou seja, ainda o Município não conseguiu recuperar da primeira passagem e já tem a ameaça de uma segunda!

Bolas, antes um ciclone. Mesmo os piores só passam uma vez. Veja-se o Katrina. Passou, destruiu, perdeu força e desapareceu. O furacão Santana Lopes passa, destroi, vai ganhar nova força "por aí" e volta para trás...

O homem quer ser o novo Marquês de Pombal mas só consegue ser o terramoto!

Eu compreenderia que a D. Manuela, na sua guerra surda (e sobretudo muda) com o Luís Filipe Menezes, indigitasse o Santana Lopes para candidato à Câmara de Vila Nova de Gaia. Mas a Lisboa???!!! Oh D. Manuela, o Menezes não mora cá!

Mas esta gente não se enxerga?

Querem o Granger a vereador da habitação? A Lili Caneças na cultura?

Eu compreendo que é difícil encaixar o Santana Lopes em qualquer coisa de útil. Não pode substituir o Moita Flores ou o Rogeiro como comentador porque não lê o suficiente. Nem substituir o Prof. Bitaites na Liga dos Últimos porque não tem graça. Nem substituir a Teresa Guilherme no seu programa porque a sua simples presença avariaria qualquer polígrafo...

Mas, por exemplo, animador de cruzeiros? O fatinho de marinheiro adaptava-se bem ao seu ar gingão. Todos lucrávamos com o seu afastamento geográfico. O úinico senão previsível é que, estando a sua passagem por qualquer lado inevitavelmente ligada a uma tragédia, os transatlânticos teriam de mudar o nome para Titanics.

Um outro senão seria o de a maioria dos passageiros acabar por enjoar. E a culpa não seria do mar... é que é mesmo o Santana Lopes que já enjoa!!!

 

 

 


sinto-me: Banzado!

publicado por bolinando às 13:18
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Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008
Fábula

 A VELHA O RAPAZ E O BURRO

 

Era uma vez, há muito, muuuuuuuuuuito tempo, quando os animais ainda não falavam e a ASAE ainda não tinha acabado com as feiras, numa terra chamada Santa Comba das Laranjas, uma velha que tinha um burro, chamado Pêéçedê.

Um dia a velha decidiu ir à feira de Santa Comba das Laranjas, a então muito célebre Feira do Congresso, onde até vinham feirantes das ilhas, como o Beto João das Bananas.

Vai daí, a D. Manuela (assim se chamava a velha), arriou o burro, pegou no seu neto, Luisinho Menezes, montou-o no asno e lá foram para o Congresso.

Pelo caminho, o povão de Santa Comba das Laranjas, que gostava muito de falar dos outros, começou a dizer:

-Olha o garoto, que é novo, que não é sulista, nem elitista, nem liberal, e que até cursou medicina, ali todo repimpado e a pobre da velha a pé!

Sem uma palavra (a velha não falava), a D. Maria içou os seus cansados ossos para a garupa do solípede e lá continuaram a caminho, os dois montados no burro.

Mas mais à frente encontraram outro grupo de excitados santacombadenses das laranjas que de imediato começaram a invectivá-los:

-Olhem para isto! Gente cruel! Querem matar o burrinho? O animal já tem 24 anos! Já carregou muita gente nessa garupa!

Com um gesto maternal D. Maria afagou os cabelos do Luisinho, enquanto com um golpe certeiro do pé esquerdo lhe assestava um violento pontapé "nas partes" que o apearam do animal.

E lá continuaram o caminho, com a velha montada no burro e o jovem atrás, a pé, ainda mal refeito do golpe.

Mas eis que se lhes depara outro grupo de conterrâneos que começaram a vociferar:

-Olhem para isto! A pobre da criança vai a pé, em grandes dificuldades, agarrado aos tintins, enquanto a velha segue toda repimpada no burro!

Perante isto a D. Manuela, num gesto púdico para esconder as calcinhas vitorianas, apeou-se e lá seguiram os três, em fila indiana...

E assim podiam ter chegado à feira do Congresso.

Mas eis senão quando, saído da noite e num salto acrobático aprendido nos salões de dança dos bares de alterne de Santa Comba das Laranjas, um tio afastado, o Santana, montou o burro e fugiu a galope, perante os gritos excitados de um grupo de laranjettes (assim se chamavam as adolescentes de entre 25 e 55 anos de Santa Comba das Laranjas) e os incentivos do jovem Granger das Fitas.

Nessa noite as televisões locais noticiaram à exaustão o acontecimento.

Numa o mestre-escola de Santa Comba das Laranjas, o professor Marcelo atribuiu nota 13 ao burro. Noutra, o louco da aldeia, o Rogeiro do pé chato (que lhe travou uma potencial brilhante carreira militar, o que o levou à loucura), aconselhava um livro de um tal La Fontaine e noutra, o regedor Moita Flores recordava um roubo de burros de um acampamento cigano que, com risco da própria vida, tinha ajudado a deslindar.

Do burro nada mais se soube. Parece que o tio Santana o trocou por um Ferrari.

O Luisinho Menezes cresceu e anda a escrever um livro de auto-ajuda intitulado "Como sobreviver a coices de burros e pontapés de velhas".

A D. Manuela, nem o susto a fez recuperar a fala.

Quanto ao Tio Santana, as Santa Combadenses das Laranjas comentam entre dentes e com risinhos histéricos que "... anda por aí...".


sinto-me: adormecido

publicado por bolinando às 16:22
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